PRUEBA_DESIGN-2014


     Agregar Sinfonía Virtual a Favoritos Citas Célebres Vínculos Contacto

DA EXPRESSÃO E EXPRESSIVIDADE GERAL À MÚSICA EM PARTICULAR.

Doutor Levi Leonido
Departamento de Artes e Ofícios
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Portugal

(Nº 3, ABRIL, 2007)

Imprimir este Artículo

Volver a la Edición nº 3

Ir a la edición actual

MUSICOLOGÍA, REFLEXIÓN



Expressar é ir mais longe. É estar para além da técnica, do aspecto frio e mecânico que uma composição nos pode mostrar, em suma, é aquilo que acrescenta em termos de códigos de leitura emocional e à percepção imediata do literato ou do leigo em música. A música pode levar-nos a sentir algo inesperado, assim como pode provocar em nós lembranças longínquas, entre outros aspectos, tem a capacidade de nos fazer viajar no infinito mundo da percepção, da imaginação e da sensação, através da sua brutal forma expressiva e marcadamente inspiradora para todos

Entende-se por expressão (não propriamente do sentido musical restrito), para C. Figueiredo (1978:620):

Um acto ou maneira de exprimir. Palavra; frase, locução. Carácter. Representação animada de sentimentos. Significação. Personificação

        Ou acto, acção, actividade, que provoca a saída de algo, como para Aberto Sousa (1989), pode ser como quem espreme um citrino para extrair sumo, ou também modo de se exprimir, frase, palavra; expressão de dor; expressão de alegria; manifestação do carácter; das paixões e, entre muitas outras; expressar sentimentos.

        Na vida, a expressão, pode denominar-se como uma estratégia pessoal de encarar um problema, de resolver uma questão, ou ainda de enfatizar uma acção qualquer. É diversificada como deve compreender-se, a subjectividade de alguns assuntos aos quais a expressão está directamente ligada e sendo consequentemente a base constituinte de uma acção humana que vai mais além de que uma simples comunicação ou interpretação. Pois para se chegar a uma expressão que se caracterize por níveis de levado índice expressivo é necessário interiorizar alguns pormenores chave, dado tratar-se de um estádio de interpretação no que concerne à comunicação verbal ou não verbal, exposta na acção expressiva. Teremos que dominar algumas regras, normas, características e inúmeras noções básicas, sobre a matéria que estamos a trabalhar, para que seja possível atingir no seu pleno a expressividade (como acto de transmitir algo e forma expressiva). Assim acontece com a música. A expressividade assemelha-se à improvisação, uma vez que ambas são geralmente confundidas com actos pouco elaborados, espontâneos ou fáceis de executar. Pelo contrário, para ambas a técnica e a intencionalidade são aspectos preponderantes e fulcrais quer para a improvisação ou para a consecução de um acto expressivo.

        Na vida, os sentimentos e todas as acções não racionais estão mais próximas da expressividade, pois tem uma valorização emocional incomparável em relação a um mero acto de imitação de expressividade / expressão. A expressividade também pode ser um sinónimo de imitação (mesmo que musical), se assim o quisermos, faremos uma imitação de uma expressão, como forma de transmitir algo de uma forma diferente, ma já existente. Mas nunca se consegue fazer de igual maneira, ou seja, pode-se imitar uma expressão ou frase musical mas, apuradamente, se assim quisermos, veremos que essa mesma imitação possui características próprias do ambiente e das circunstâncias em que se executa, assim como da forma, da intensidade, da dinâmica que é imprimida à execução.

        Na vida, se enveredarmos por um caminho de busca pessoal de uma expressão ou expressividade própria, estaremos logicamente próximos de uma relação estreita entre expressividade e a criatividade, embora saibamos que são ambos ligeiramente antagónicos, mas não incompatíveis em algumas características mais essenciais. Portanto, dividiríamos em nosso entender, a expressão em: Expressão autêntica e Expressão plagiada. Da mesma forma que se assume a noção de criatividade primária e secundária, assim se resume este paralelismo entre os conceitos de Criatividade / Expressividade. A Expressão autêntica será considerada aquela sobre a qual nos não temos controle e no acto desconhecemos, poderíamos chamar-lhe de ímpeto expressivo ou simplesmente comportamento não condicionado, tal como depararmo-nos com uma acção ou acontecimento que em nada estamos preparados e sai-nos uma expressão completamente nova, que por vezes nos surpreende. Enquanto que a expressão plagiada é o resultado de vivências ou atitudes expressivas que já vivemos ou vivenciamos, de tal maneira que até alguém pode descodificar uma personagem por nós usada, dado que é uma interpretação ou encarnação num personagem ou vários que nos faz produzir ou expressar algo desta forma. Plagiada porque normalmente estes pequenos rasgos de expressividade são figuras ou gestos estereotipados vividos por nós, logo, é uma colagem ou um plágio de algo que tem um original e que nós unicamente reproduzimos uma cópia. Assim acontece na música, uma vez deparados com uma prática de leitura musical à primeira vista, ou um simples ensaio por passos, a peça musical poderá, em nosso entender, surpreender o intérprete pela descoberta e pela gradual sequência dos sons e das técnicas ao serviço da expressão mas, só será autentica ou original a interpretação ou a versão sobre a peça musical depois de analisadas todas as suas marcas de expressão, o ambiente musical que se pretende recriar, a época, o autor, a finalidade e até para que público se destina, poderão influenciar a postura e a carga expressiva a dar à própria execução musical. Seria bem diferente se a mesma peça musical for somente para consumo próprio, onde o intérprete se refugia e vagueia tecnicamente à procura do que a peça musical lhe, assim como o momento e até onde a sua técnica lhe permite chegar. Esta situação espelha mais apropriadamente a expressão autêntica, mesmo que condicionada em parte, uma vez que o material de estudo é pouco variável, dado ser uma peça de outrem, o mesmo pode não acontecer se for uma peça elaborada pelo próprio compositor / intérprete, se bem que também a organização melódica e harmónica está assente em casos e referências estéticas já vividas, ou seja, estes exemplos estão próximos de constituir actos de expressão autêntica, sem nunca deixarem de serem actos expressivos plagiadas (sem copiarem directamente quase nada), a não ser as suas anteriores vivências musicais e o imaginário pessoal e colectivo.

        Na música, a EXPRESSÃO pode ser o conjunto de todas as indicações técnicas (execução esperada pelo compositor) e consequentes características existentes numa composição musical, as quais podem fazer a diferença da obra consoante o grau de entrega da interpretação musical. Pois nunca dois intérpretes executarão igualmente a mesma obra e, acima de tudo, acabam por interpretar à sua forma, dependendo do seu grau de experimentalidade técnica, assim como da sua forma de encarar a técnica e a expressão no seu global, ou seja, pode muito resultar num produto artístico substancialmente diferente do que o compositor pretendeu. A expressão abraça variações de andamento e de intensidade, assim como forma com que as notas são individualmente executadas (acentuação - staccatto, tenuto, legato) ou em conjunto (articulação ou fraseado). Por vezes, surgem variações aquando da execução musical de um tema e, por norma, podem entender-se como erros, lapsos ou simples enganos mas, existem em abundância essas variações, uma vez que em muitos casos são actos desejados, ou seja, é esta variação expressiva que se distingue de uma execução mecânica, excessivamente técnica, de uma boa interpretação, a qual consegue repercutir as emoções desejadas pelo compositor ou as do intérprete, tendo em conta a sua liberdade de acção, se bem que limitada, uma vez que poderá dar o seu cunho pessoal à obra, sem que ponha em causa a base da obra musical em si.

         Em termos musicais, a expressão musical é vista de forma pouco consistente pela maioria dos agentes educativos, pois confundem-na normalmente com educação musical, esquecendo-se de que a sua vertente mais experimental e espontânea, assim como a sua mais íntima ligação a outras áreas do saber, nomeadamente à utilização do corpo, da emoção, da expressividade, através da actividade lúdica ou dramática, da execução instrumental não mecânica ao enquadramento corporal ou cénico de uma frase ou cena musical, é uma realidade constante e inerente à própria noção de expressão. Ao longo dos tempos, a expressão musical foi absorvida pela educação musical. Na 1ª Grande Guerra Mundial os estudiosos dividiram-se em duas posições opostas quanto à concepção de arte e à expressão: uma atribui à arte uma tarefa expressiva, enquanto que outra a nega piamente. O jovem Stravinsky, citado por K. Pahlen (1993:451) expressa o seu conceito de expressão com muita clareza, dizendo:

Sou de opinião que a música, pela sua própria natureza é incapaz de “expressar” algo, o que quer que isso seja: um sentimento, uma postura, um “estado de alma”, um fenómeno da natureza ou qualquer outra coisa. A “expressa” nunca foi uma característica imanente da música e de modo algum seu direito à existência depende da “expressão”. Ele nem precisaria de ter acrescentado: “ Je déteste le “Ausdruck” (“Odeio a expressão”), onde significativamente não usa o termo francês “l´expression”, mas o conceito alemão “Ausdruck”, mais fortemente ligado ao “sentimento”

        Em nosso entender, achamos que é sinónimo de expressão, tudo o que da música advir em termos emocionais, sensitivos, estéticos e artísticos, os quais consigam mexer com a sensibilidade do ser humano (sensível) predisposto a aprender, a observar e a participar na arte, vivendo-a intensamente nos seus infinitos recantos expressivos e emocionais como ouvinte praticante. Expressar é ir mais longe. É estar para além da técnica, do aspecto frio e mecânico que uma composição nos pode mostrar, em suma, é aquilo que acrescenta em termos de códigos de leitura emocional e à percepção imediata do literato ou do leigo em música. A música pode levar-nos a sentir algo inesperado, assim como pode provocar em nós lembranças longínquas, entre outros aspectos, tem a capacidade de nos fazer viajar no infinito mundo da percepção, da imaginação e da sensação, através da sua brutal forma expressiva e marcadamente inspiradora para todos. Todo este enredo está no cerne da expressão e de todas as suas artimanhas técnicas , as quais são capazes de nos envolver na própria arte da forma mais íntima que o ser humano pode deter. Ninguém é indiferente à música. Porque amamos, sonhamos, imaginamos, a ouvir música e, sem qualquer tipo de dúvida, é através do mundo expressivo que a música carrega este fio condutor de emoções resguardadas no fundo de cada ser humano, independentemente do seu estado de alma, da sua pobreza ou riqueza, da sua destreza ou do seu acanhamento. Simplesmente acontece, num momento esperado ou brutalmente inesperado. Isto é expressão.

        Em termos musicais torna-se fundamental que se conheçam os elementos nomenclaturais pelos quais se designam a expressividade na música propriamente dita. As duas formas de o fazer são as seguintes:

         1) No início da obra (dá-nos o andamento da obra, a sua velocidade e consequente pulsação);

         2) No decorrer ou no interior da obra musical (igualmente anotadas na partitura, servem para qualificar certas passagens musicais). Se é que podemos falar de sentimento de uma obra, será porque estes dois elementos são fundamentais para a sua compreensão, ou seja, apesar de serem diferentes (ANDAMENTO e EXPRESSÃO ou em conjunto ) são elas que no fundo definem o carácter de uma obra musical. Estas indicações de expressividade e de andamento não são de modo nenhum antigas, uma vez que até ao final do século XVIII não constava nem há registo de que se usasse. Mas, nos tempos que correm e, principalmente advindos das mais variadas combinações e estilos da era clássica, houve necessidade que se padronizassem estes termos, se bem que quase todos em italiano.

        As mudanças de atmosfera musical durante um andamento abrem portas à inserção de outras indicações, as quais por norma são anotadas no meio das partituras, que são elas o ritardando, rallentando (para ir mais devagar) ou accelerando (para ir mais depressa), assim como também há lugar a mudanças de dinâmica bastantes usuais, tais como: piano, pianíssimo para notas fracas e suaves; Forte e Fortíssimo para notas fortes e para notas intermédias o mezzo forte, mezzo piano etc. para as notas graduais usasse por norma o crescendo, diminuendo ou o sforzando etc. Em suma, existe vasto leque de opções para o compositor imprimir expressividade na sua obra musical, sendo que não são mais de que um reforço ao carácter harmónico, rítmico e melódico das suas obras, mas que as podem transformar em termos de comunicação com o público e com os instrumentistas.

        A expressão na música pode estar presente no mundo musical das mais variadas formas, tais como no que se refere aos andamentos (termos, significados e os mais usados na composição musical):

1. Affettuoso (com afecto ou sentimento) = andante, adagio, largo;
2. Agitato (agitado, rápido e dramático) = presto, allegro, allegretto
3. Animato (animado) = presto, allegro;
4. Bruscamente (brusco, muito marcado) = allegro, presto;
5. Cantabile (cantando, lírico ou leve) = allegro, moderato, andante;
6. Con amore (com amor) = moderato, andante, adagio
7. Con brio ou Con Spirito (com vigor ou com espírito) = allegro, moderato, andante;
8. Con fuoco (com fogo, vivo e agressivo) = allegro, presto
9. Dolce(doce, leve e com sentimento) = moderato, andante, adágio;
10. Majestoso (notas bem marcadas) = andante, adágio;
11. Scherzando (brincando) = allegro, andante;
12. Vivace (vivo (leve e rápido) = allegro;

         Em suma, EXPRESSÃO e a indicação de expressividade são da máxima importância numa obra musical, os quais são o fio condutor indicativo onde a sua interpretação será o espelho do carácter de uma obra, da sua atmosfera, do seu espírito e, principalmente, do seu mundo expressivo em termos de mensagem a ser transmitida ao receptor / ouvinte. É portanto imprescindível que o intérprete domine o universo nomenclatural pela qual se designam os sinais de expressividade na música, por norma constantes na própria partitura musical, quer no iniciar da peça musical (andamento da obra = a velocidade de sua pulsação), quer no decorrer da obra (anotadas na partitura = para qualificar aquela determinada passagem, através do uso de um adjectivo que especifica seu carácter). O sentimento da obra é grandemente definida pela união das indicações de andamento e da expressão, ou seja, poder-se-á executar um determinado ritmo de formas muito desiguais, nomeadamente no que concerne à velocidade com que se executa, a qual, se diferente, pode alterar significativamente o efeito expressivo pretendido pelo compositor, o qual já indica na obra a velocidade pretendida para a execução técnica da obra, aliada à expressão de sentimento contida na melodia e mais directamente na harmonia, ou seja, a união destes factores poderá produzir um efeito expressivo invulgar.

        Por um lado, existem inúmeros exemplos de obras musicais que são apelidadas não pelos compositores, mas sim pelos editores e pelo público, os quais sugerem potenciais expressivos às referidas obras em vez dos seus próprios nomes, como por exemplo; Concerto Imperador em vez de Quinto Concerto para piano de Beethoven; Sinfonia Júpiter em vez de Sinfonia no.41 em dó maior K.551; A Heróica em vez de Sinfonia no.3 em Mi bemol maior op.55, etc. Por outro lado, existem casos onde é directamente designado o que fazer, através das indicações de expressão, nesse caso no que respeita aos andamentos, como por exemplo, o solo de trompa do segundo movimento da 5.ª Sinfonia de Tchaikovsky. é um excelente exemplo do conjunto de indicadores de expressão, onde permanece a sugestão geral de expressão: dolce con molto espress., a qual significa que o solo deverá ser executado de forma suave, com muita expressão e marcações de fraseado (ligaduras, destacados, tenutos e marcados).

        Dentro da infinidade de possibilidades de chagarmos à expressão ou à expressividade na música, escolho as mais completas: 1) Compor; 2) Ouvir. Só assim posso saber e perceber o que quero expressar musicalmente aos outros e o que os outros me querem transmitir a mim enquanto compositor e principalmente como ouvinte eterno.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DARWIN, C. (2001) A Expressão das Emoções no Homem e nos Animais. Companhia das Letras: São Paulo.

FIGUEIREDO, C. (1978) Pequeno Dicionário da Língua Portuguesa. Livraria Bertrand: Lisboa.

GUILFORD, J. P. (1967) The Nature of Human Intelligence. McGraw Hill:Nova Iorque.

HERNANDEZ, B.M. (2000) Educación Artística y Arte Infantil. Editorial Fundamentos – Colección Fundamentos: Madrid.

JANSON, N.W. (1992) História da Arte. Fundação Calouste Gulbenkian: Lisboa.

KOESTLER, A (1964) The Act of Creation. Arkana: London.

MEDNICK, R. E. (1962) The Associative Basis of the Creative Process. Psychological Review.

OSTROWER, F. (2002) Criatividade e Processos de Criação. Editora Vozes: Petrópolis.

PAHLEN, K. (1993) Nova História Universal da Música. Melhoramentos. São Paulo.

REIS, Raquel (2003) Educação pela Arte. Universidade Aberta: Lisboa.

ROUQUETTE, M. L. (1973) A Criatividade. Colecção Vida e Cultura, Edições Livros do Brasil: Lisboa.

SOUSA, A. B. (2003) Educação pela Arte e Artes na Educação. Colecção Horizontes Pedagógicos, Edição Instituto Piaget: Lisboa.

SOUSA, A. B. (2003) Educação pela Arte e Artes na Educação. Colecção Horizontes Pedagógicos, Edição Instituto Piaget: Lisboa.

STERN, Arno (1974) A Expressão. Colecção A Ponte, Livraria Civilização Editora, Porto.

WALLAS, G (1926) The Art of Thought. Harcourt Brace: New York.

1.- Indicações de andamento e expressividade são relativamente contemporâneas a nós, uma vez que até o final do séc. XVIII não era comum o seu uso. Um músico experiente é capaz de deduzir os estados de espírito e a acentuação da expressividade à medida que vai experimentando e analisando a música. Atendendo à diversidade de estilos e combinações advindas da era clássica, tornou-se uma necessidade a padronização destes termos (em italiano), os quais em termos de velocidade (no caso do andamento) vai do mais lento ao mais rápido.

2.- Nos meandros da notação musical, existem um de indicações de expressão que, combinadas entre si, facultam ao intérprete a possibilidade de perceber mais amplamente a intenção do compositor ao criar a sua obra musical. O intérprete pode ou não seguir à risca estas indicações mas, a saber, são indicações são imprescindíveis quando se pretende executar a peça musical da forma mais próxima do original. Por norma, estas indicações (de forma isolada ou junto à indicação do compasso) surgem logo no início da composição, do movimento ou de uma secção, as quais acabam por facultar ao intérprete a indicação do clima que deve dominar a execução instrumental. Estas marcas de expressão aparecem quase sempre em italiano, assim como a maior parte dos termos da notação musical.

3.-2 Os mais usados: Grave, Largo, Larghetto, Adágio, Adagietto, Andante, Andantino, Allegretto, Allegro, Vivace, Presto e Prestíssimo. Pode em certas situações, o andamento pode ser omitido e a expressão será usada com o andamento mais frequente. Como por exemplo, vivace pode ser aplicado em vez de allegro vivace; ou maestoso, em vez de andante maestoso. Assim como todas essas expressões podem ser reforçadas ou abrandadas pelas seguintes marcas: Molto - muito (ex.: allegro molto cantabile - rápido muito cantado); Assai - muito (ex.: allegro assai - muito rápido); Poco - um pouco (ex.: allegro poco agitato - rápido, um pouco agitado); ma non troppo - mas não muito - em geral se usa com allegro: rápido, mas não muito.

4.- Os mais usados: Appasionato, Brillante, Bem marcato, Cantabile, Com brio, Com fuoco, Com spirito, Com moto, Enérgico, Giusto, Giocos, Grazioso, Maestoso, Risoluto, Scherzando, Semplice, Sostenuto, tranquilo e Vivo.

5.- Por norma, podemos observar andamentos indicando Allegro con spirit, Adagio sostenuto, Allegro molto vivace, etc. Esta junção concede-nos uma mais abrangente indicação de cada andamento.



Escrito por Dr. Levi Leonido
Desde Portugal
Fecha de publicación: Abril de 2007
Artículo que vió la luz en la revista nº 3 de Sinfonía Virtual.
ISSN 1886-9505



 

 

PRUEBA_DESIGN-2014

 

 

SINFONÍA VIRTUAL. TU REVISTA DE MÚSICA Y REFLEXIÓN MUSICAL

ISSN 1886-9505 · www.sinfoniavirtual.com


desde 2006